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Atividade de Hardware

Conteúdo: Chipset: Ponte SUL e Ponte norte
HD IDE e SATA.
10 perguntas.

Chipset:
O Chipset é de longe o componente mais importante da placa mãe, pois agrupa todas as suas funções disponíveis. Nas primeiras arquiteturas de PCs, os controladores presentes na placa-mãe eram espalhados por diversos chips. Este design tornava os PCBs relativamente grandes, mas com o avanço da tecnologia, os circuitos passaram a ser agrupados em SETs (ChipSet), o que trouxe diversas vantagens: desde o aumento na velocidade de comunicação entre os chips até o custo, pois é mais barato produzir 2 chips complexos (Ponte Norte e Ponte Sul) do que produzir 15 ou 20, como era inicialmente.
Apesar da complexidade, o gasto de capital em produção diminuiu, pois com o passar do tempo, os chips começaram a ser produzidos utilizando-se de transistores menores, que permitem que mais chips sejam produzidos, e um menor número de peças seja inutilizado no design Czochralski.
Os chipsets evoluíram ao ponto de abrigarem diversos componentes, como Interfaces IDE e portas seriais, além de interfaces de vídeo, som e rede onboard. O modelo tradicional de projeção de chipsets especifica que suas funções devem ser divididas em dois chips, que por sua localização física na placa mãe são chamados ponte norte (north bridge) e ponte sul (south bridge). Dos dois chips, e ponte norte (que fica próximo ao processador) é o mais complexo, e mais influenciador na velocidade geral do sistema, pois incorpora os barramentos rápidos e funções complexa como controlador de memória (exceto nos processadores AMD pós K7), linhas do barramento PCI Express (ou o barramento AGP), e o vídeo onboard.
Por sua função principal, o Ponte norte também é chamado de MCH (memory controller hub). Pelo fato dos processadores e memória usarem freqüencias diferentes, a grande maioria dos north bridge suporta apenas UM tipo de memória, e UM tipo de processador. O Ponte norte é reconhecível nas placa-mãe’s novas por estar sempre com um dissipador de calor instalado, pelo fato de ter um grande consumo elétrico. Por sua vez, o Ponte Sul é conhecido como ICH (I/O Controller Hub), ou concentrador de entrada/saída. Ele controla as conexões “lentas” da placa mãe, e diferentemente do Ponte Norte, não é diretamente conectado ao Processador, sendo ao invés disto conectado ao Ponte norte, e este por sua vez ao processador. Ele é responsável pelas portas DMA, USB, SATA (quando presentes), IDE, barramentos PCI, controladores de som e rede, e de Super I/O (Portas Seriais, paralelas, porta para drive de disquete e portas PS/2.), e outras portas que não dependem diretamente do Processador. HD’s IDE: A Sigle IDE vem de “Integrated Drive Electronics” e faz referência ao AT Attachment (ATA),q ue são padrões de interface para conexão de dispositivos de armazenamento, como HD’s e CD-Rom’s de modo paralelo. O ATA não é um protocolo imutável, e seu estado atual é resultado de longos anos de modificações no padrão original, de 1986. O padrão ATA suportado pelo chipset determina, por exemplo qual a capacidade máxima em um HD que a placa-mãe suporta, e qual velocidade máxima de operação. O padrão ATA-1 por exemplo, suporta HD’s de até 137 GB, (pois tem LBA de 28-bit) e transferências PIO-0, PIO-1 e PIO-2, que suportam respectivamente 3.3, 5.2 e 8.3 MB/s. O ATA-2, veio com suporte ao PIO-3 e PIO-4, que suportavam respectivamente 11.1 e 16.7 MB/s O ATA-3 veio com suporte ao S.M.A.R.T. O ATA-4 veio com suporte ao UDMA-2 (33 MB/s) O ATA-5 veio com suporte ao UDMA-3 e UDMA-4 (respectivamente 44.4 e 66.7 MB/s) e suporte aos cabos de 80-vias. O ATA-6 veio com suporte ao UDMA-5 (100 MB/s), e o LBA de 48-bits (HD’s de até 144 PB), além do Automatic Acoustic Management. HD’s SATA: O diferencial dos HD’s Sata é que o antigo método paralelo foi substituido. A sigla SATA vem de “Serial Ata” (lembre-se que PATA é Paralell ATA). O impacto disto é que a velocidade de transmissão pode ser brutalmente elevada, pois a interferência nos dados seria menor, visto que ao invés de 80 pinos são apenas 8. E assim como qualquer outro standard serial, torna-se possivel a remoção de dispositivos com o sistema ligado. O primeiro padrão SATA (SATA-150) tem transferência máxima de até 1,5Gb, enquanto o segundo padrão (SATA-300) tem transferência máxima de até 3,0Gb.

Perguntas:
1. O que é hot swapping?
2. O que é “Automatic Acoustic Management”?
3. O que é DMA?
4. Quais outros tipos de padrões de interface existem?
5. Além do cabo IDE de 80 vias, qual outro existe?
6. Qual o padrão ATA atualmente usado?
7. Qual a última versão SATA existente?
8. Dentre os barramentos, qual é mais rápido? AGP ou PCI Express?
9. O que é um PCB?
10. Quais são os padrões de memória RAM existentes?
11. Existem Chipsets em padrão diferente ao standard?

fevereiro 7, 2009 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Driver Nvidia some ao reiniciar

Eu, outro dia, tive que instalar o driver Proprietário NVidia em duas máquinas. Para minha surpresa, o processo ocorreu perfeitamente nos dois sistemas, um deles o Ubuntu 8.04 e outro o Kurumin 7.
Em uma das máquinas, instalei o Beryl, e por AIGLX ativei diversos efeitos. (ou seja, Direct Rendering: Yes)
O grande problema é que ao reiniciar a máquina, percebi que o driver não funcionava mais. O X simplesmente não abria, por erro no módulo.
A questão é que são máquinas com Hardware diferente, sistemas diferentes e portanto versões diferentes.
Eu trabalho como administrador de redes, e não tinha muito tempo pra resolver essas incompatibilidades, então fiz uma “gambiarra” pra fazer isso funcionar: Eu compilo o driver toda vez que o sistema inicia. Eu sei que essa não é das melhores dicas, mas funciona…

É assim:
Edite o arquivo em /etc/init.d/ que pertence ao gerenciador de login.
Se usa o Gnome, edite /etc/init.d/gdm, se usa KDE, edite /etc/init.d/kdm
Coloque no começo, a seguinte linha:
<arquivo de instalação do driver> -a -N –silent
No meu caso ficou assim:
/root/drivers/NVIDIA-Linux-x86-173.14.12-pkg1.run -a -N –silent

Explicação dos argumentos que passei:
-a (Accept-license), oculta confirmação da licença de uso do driver.
-N (No-network), evita que o driver peça para se conectar no site da nvidia para tentar baixar uma versão do módulo compatível ao seu kernel.
–silent, Não faz perguntas, não mostra progressos não exibe nada.

Bem… quando restartar a máquina, o sistema vai demorar cerca de 70 ou 80 segundos. Ao (re-)iniciar o modo gráfico, pois estará compilando o driver, mas, tudo estará funcionando perfeitamente :-)

outubro 30, 2008 Publicado por | Hardware | , , , | Deixe um comentário

Usuários do Gutsy sem Metacity

O Metacity para quem não sabe, é o gerenciador de janelas do Gnome. Meu Gnome-Panel hoje recusava-se à abrir, e como meu home já estava sobrecarredo com arquivos de configuração, resolví limpa-lo. Antes disso, eu havia percebido que eu era o único usuário do sistema que tinha o Metacity aberto normalmente, mas, quando excluí os .gnome .gnome2, etc, passei pro outro lado.

Dentre algumas tentativas que fiz, a que “oculta” o problema foi a seguinte:

Abra o ~/.profile com o vim
e adicione
/usr/bin/meta-city&

ao final.

crie o meta-city com:
touch /usr/bin/meta-city;vim /usr/bin/meta-city
e coloque o conteúdo:
sleep 5
/usr/bin/metacity

pronto, metacity funcionando, mas há um porém… o X não abre mais com DRI.
Solução: No script, chamar o metacity com /usr/bin/metacity –sm-disable

PS: não funciona se abrir um terminal pelo atalho.

no final do .bashrc:
export LIBGL_DRIVERS_PATH=/usr/lib/dri

/usr/lib/dri

outubro 7, 2008 Publicado por | Uncategorized | , | Deixe um comentário

   

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